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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Lançamento de game do Star Wars reúne centenas em SP

Lado Negro e Lado Luminoso da Força se uniram em uma livraria de São Paulo para o lançamento mundial do game Kinect Star Wars, exclusivo paraXbox 360. O game, disponibilizado ao público a meia-noite do dia 3 de abril, mobilizou fãs da franquia espacial, clientes e pedestres curiosos e até famílias inteiras.

Jogadores puderam testar o game em primeira mão momentos antes do lançamento.
É o caso do funcionário público aposentado Lincoln Ono, de 50 anos, que levou três filhos, Paulo, Allan e Márcio, e a esposa Ana Maria, para curtir o lançamento do game em primeira mão, além de encontrar outros aficionados por Star Wars. “Levo meus filhos desde pequenos aos eventos e encontros de fãs. Hoje vamos levar o game e jogarmos em família”, conta Ono, atribuindo a união de sua família ao amor pelo universo da série.
O amor desse aposentado pela série de George Lucas surgiu ao assistir no cinema o primeiro lançamento da série, Star Wars: Uma Nova Esperança, em 1978. “Naquela época não tinha pré-estreia e nem lanterninha. Dava para entrar nas salas e assistir a vários filmes. Assisti ao primeiro filme cinco vezes no cinema”, lembra Ono.

Allan, Lincoln, Márcio, Ana Maria e Paulo: família unida para curtir o lançamento.

A imersão é tanta que os dois filhos mais velhos do casal, os acrobatas de circo Paulo e Allan, respectivamente com 27 e 20 anos, confessam que escolheram a profissão após verem as acrobacias e movimentos realizados pelas personagens da série. “Nascemos ao som da canção-tema do Império (ouça abaixo). Nosso irmão mais novo aprendeu a fazer a respiração de Darth Vader antes mesmo de falar. Era impossível não sermos fãs”, comemoram os irmãos.




Kinect Star Wars gerou comoção na família. A maior expectativa dos fãs é a possibilidade de realizar duelos com os famosos sabres de luz. “Quando pequenos nós travamos batalhas usando cabos de vassoura como se fossem sabres de luz. Saber que um jogo vai nos permitir fazer isso como se fosse real é incrível”, empolga-se Allan.

Lançamento mundial

Fãs fantasiados com personagens de Star Wars causam furor na Av. Paulista.

Um trecho da Avenida Paulista ficou abarrotado. Centenas de fãs da série espacial, muitos com fantasias (cosplays) das personagens, causaram furor entre pedestres, ciclistas e motoristas ao atravessarem a via, uma das mais movimentadas de São Paulo. Dentro da livraria o clima era de festa, com comes e bebes, uma máquina para os fãs testarem e o sorteio de brindes e até de um console.
Para o gerente da divisão Xbox 360 da Microsoft Brasil, Guilherme Camargo, o país tem muito a comemorar já que os brasileiros puderam comprar Kinect Star Wars antes do resto do mundo, devido ao fuso horário. “O mercado tem evoluído, com os melhores lançamentos, em grande parte graças a termos iniciado a produção dos consoles no país”, afirma. A empresa não informa números, mas Camargo diz que as vendas do lançamento na noite de segunda-feira “superaram as expectativas”.

Kinect Star Wars
Quem não é fã de Star Wars pode aguardar as boas novas. O executivo adianta que outras grandes franquias multimídia estão sendo consultadas para a produção de jogos para oKinect. “Estamos negociando os direitos de grandes séries, mas novidades surgirão na E3 - maior evento de games do mundo, que acontece em Los Angeles em junho“, despista Camargo.
Kinect Star Wars já está disponível em grandes lojas, livrarias e redes especializadas e tem preço sugerido de R$99,00.

sábado, 10 de setembro de 2011

Para os fâs de Dragon Ball Z

Dragon Ball Z Budokai Tencachi 2

Dragon Ball Z Budokai Tencachi 3
Dragon Ball Z Budokai Tencachi 1

domingo, 12 de junho de 2011

Forza 4 promete agradar até aos fãs hardcore com o uso sutil do Kinect

Quem é fã de games de corrida não costuma gostar de coisas muito fáceis. Pelo contrário: o divertido é jogar de forma mais realista possível, de preferência com volantes que transmitem a sensação de controlar o carro na pista. Por isso, quando a equipe da produtora Turn 10 decidiu utilizar o Kinect em Forza Motorsport 4, a decisão gerou alguma polêmica entre os fãs. 
Forza Motorsport 4  (Foto: Divulgação)Forza Motorsport 4 (Foto: Divulgação)
No entanto, o game teve as funcionalidades com o sensor de movimentos para o Xbox 360 revelado na E3, que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, nesta semana. Sim, haverá o temido recurso de dirigir com as mãos erguidas no vazio, para agradar ao jogador casual. Mas também foram implementadas maneiras muito mais interessantes para o uso do Kinect para o gamer hardcore. 
Forza 4 na conferência da Microsoft na E3 2011 (Foto: TechTudo)Forza 4 na E3 2011 (Foto: TechTudo)
Em Forza 4, o jogador poderá fazer uma espécie de passeio virtual pelo carro, para simplesmente admirar o automóvel. É possível abrir as portas e o capô, podendo visualizar o motor de perto, ou mesmo “sentar” no banco do motorista e ligar o motor. Quem gosta do modo fotografia em títulos assim irá delirar com a novidade. 
Outro recurso bacana é poder utilizar o microfone do acessório para dar “ordens” ao jogo e chegar mais rapidamente aos menus desejados. Por exemplo, se você falar “Forza, Community”, o game pula direto à janela pretendida, sem precisar navegar pelos diversos níveis de menus exigidos (algo mais do que desejado no concorrente Gran Turismo 5, exclusivo para o PlayStation 3). 
Na jogabilidade, a diferença será pouca se você ignorar o método sem controles convencionais. O Kinect consegue rastrear o movimento de sua cabeça, mudando levemente o ângulo de visão no carro – útil em algumas curvas mais fechadas ou pontos cegos em subidas ou declives. Não chega a ser possível olhar pela janela lateral, mas nem é esse o ponto, e sim dar um aspecto mais natural à pilotagem. 
Se você ignora tudo isso e quer mesmo dirigir sem a necessidade de controles, a jogabilidade fica bem semelhante a de games para iPad, com aceleração automática. Mas o melhor de todas essas novidades é que elas são inteiramente opcionais e não farão muita falta se o jogador não gostar e nem quiser nada disso. Exclusivo para o Xbox 360, Forza Motorsport 4 chegará às lojas em outubro deste ano.


domingo, 22 de maio de 2011

Preview World of Warcraft Cataclysm: Firelands

O último patch do World of Warcraft: Cataclysm mal chegou na semana passada e a Blizzard já está disponibilizando informações a respeito do próximo conteúdo. No Patch 4.2 Firelands os jogadores terão a oportunidade de evoluir na história iniciada nesta expansão, mais especificamente do território chamado Mount Hyjal, descobrindo que o temido Ragnaros se uniu ao culto dos Twilight’s Hammer para controlar todos os elementos, trazendo a destruição para o mundo.
Ragnaros na nova Firelands (Foto: Divulgação)Ragnaros na nova Firelands (Foto: Divulgação)
A nova masmorra, Firelands, é ao ar livre, em um cenário com muito fogo e lava. Os jogadores terão acesso aos planos elementais, onde devem enfrentar seis novos chefes, além de lutar novamente contra o terror do World of Warcraft Classic: Ragnaros, ainda mais poderoso do que antes, em uma luta totalmente remodelada, com versões para 10 e 25 jogadores.
Entre as novidades, uma nova ferramenta chamada Dungeon Journal, que é uma espécie de mapa interativo, no qual os jogadores podem ter acesso às informações dos chefes das masmorras, os itens que podem ser obtidos desses chefes, e as habilidades usadas durante as lutas. Tudo muito detalhado e completo, mas sem dar dicas ou estratégias. Essa funcionalidade poderá ser acessada de qualquer lugar dentro do jogo, não sendo preciso estar em uma determinada masmorra para obter as informações desejadas.
Além do conteúdo para grupos, o patch traz duas novas áreas com muitas missões diárias, novos vendedores de itens de nível 365, novas armaduras específicas das classes, uma arma legendária, novas montarias flamejantes e muitos achievements para os jogadores de nível 85 e suas guildas. Uma história épica do World of Warcraft: Cataclysm, com uma trilha sonora emocionante, que estará disponível para download em breve.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Thor: God of Thunder, direto do cinema para o videogame

Nome: Thor: God of Thunder 
Gênero: Aventura
Distribuidora: Sega (distribuído no Brasil pela NC Games)
Plataformas: PSP, PS3, Xbox 360, Wii e DS 
Thor (Foto: Divulgação)Thor (Foto: Divulgação)
Após o lançamento do filme Thor: God of Thunder nos cinema de todo o mundo, os consoles da atual geração recebem o jogo oficial da Sega, que usufrui dos direitos adquiridos para produzir games baseados nos filmes de heróis da Marvel. Confira como ficou o resultado. 
A velha maldição dos jogos baseados em filmes 
Qualquer gamer, até o mais casual deles, sabe que praticamente todos os jogos baseados em filmes são verdadeiras decepções, mas ainda assim, empresas como a Sega investem nessa área. Existe um retorno, claro, para os fãs do herói, simpatizantes do filme e até mesmo crianças, que dificilmente se importam com gráficos, jogabilidade e outros quesitos. Porém com a maioria do público, o fracasso de criticas e vendas é quase certo. 
Falando sobre o game, Thor: God of Thunder possui um enredo com referências, mas não exatamente seguindo a risco o roteiro original do filme. Isso ajuda aqueles que ainda não viram o filme e não querem ser obrigados a ver algumas cenas importantes dentro do jogo, o que faria o filme perder a graça.   
Após criaturas do gelo invadirem Asgard, Thor inicia uma jornada em busca da salvação de seu reino. Pouco se explica durante a trajetória, o suficiente para percebermos que cada vez mais a trama foge do que é apresentado no filme. Mas durante a aventura, podemos perceber alguns elementos da história do personagem nos quadrinhos, para a alegria dos fãs do herói. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Gráficos longe de um Oscar 
Convenhamos que ninguém esperava gráficos extraordinários no jogo. Por tudo que foi apresentado nos trailers que antecederam o lançamento, já poderíamos prever o que estava por vir, ou seja, percebemos cenários sem qualquer capricho, com elementos simples e muito similares, além de bugs de “estouro de polígonos” em diversos momentos. 
Os efeitos dos poderes de Thor também não são nada agradáveis. Seja no momento em que o personagem é congelado ou até na execução de alguns de seus golpes, como raios e outros movimentos especiais. Para completar, não há uma boa variedade de inimigos, ou seja, a sensacao é de que as mesmas criaturas estão sempre no seu caminho. A grande diferença fica por conta de cores e tamanho, fora isso, não é dificil confundir-se com seu inimigos.  
Thor (Foto: r)
Dublagem original 
Para aqueles que gostaram do filme, Thor: God of Thunder pode ser visto com outros olhos. A começar, por contar com a voz original do ator Chris Hemsworth, que interpreta o personagem. Outros elementos também estão agregados ao game, mas sem estragar a surpresa de quem não viu o filme.
Os efeitos sonoros também ajudam o game, sendo bem reproduzidos no áudio 5.1. Se por um lado os gráficos beiram a simplicidade, o áudio conta com uma trilha sonora interessante que reforça o clima de aventura do jogo. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Feito para os menos experientes 
Thor pode não agradar os gamers mais exigentes, mas ao mesmo tempo ele torna-se ideal para quem busca diversão simples ou um game para jogadores mais jovens. A jogabilidade de Thor não exige combinações complexas de comandos, como segurar X, apertar Y, “C” para frente, etc. O jogo utiliza uma mecânica fácil, o que é uma característica dos jogos de aventuras. 
E por mais que o herói tenha uma boa variedade de golpes, não há uma complexidade em variar os movimentos. É necessário apenas escolher o elemental a ser utilizado, para que em seguida seja executado o poder relacionado. 
Thor, como muitos jogos da atual geração, oferece uma espécie de tutorial antes de executar determinada ação, evitando que o jogador menos experiente fique preso em determinado local sem saber como encontrar a solução naquele momento. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Outros pontos fracos de Thor 
Como era esperado, Thor: God of Thunder conta apenas com o modo campanha disponível no jogo, sem qualquer outro modo online ou cooperativo multiplayer. Diante disso, a vida útil do jogo fica extremamente limitada, fazendo com que o jogo seja um forte candidato a empoeirar na prateleira da sua casa. 
A inteligência artificial de seus inimigos também beira a simplicidade. Além de parecerem bobos e sem qualquer sincronismo, independente do modo em que esteja jogando o comportamento é sempre o mesmo. A única coisa que difere é o dano que varia do modo mais fácil ao mais difícil. 
Conclusão 
A simplicidade é percebida durante todo o game, seja nos gráficos pouco detalhados ou no enredo bem linear. A jogabilidade é limitada, agradando os jogadores mais casuais, que procuram apenas uma aventura descompromissada, e afastando os gamers acostumados com jogos repletos de combinações de movimentos. Thor: God of Thunder é tudo aquilo que esperávamos: apenas um jogo divertido, feito para os fãs empolgado com o filme do herói e seu martelo do poder.