sábado, 10 de setembro de 2011

Para os fâs de Dragon Ball Z

Dragon Ball Z Budokai Tencachi 2

Dragon Ball Z Budokai Tencachi 3
Dragon Ball Z Budokai Tencachi 1

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

sábado, 18 de junho de 2011

Nova S10 é flagrada em rodovia de São Paulo

Internauta fotografou picape na Rodovia dos Bandeirantes.
General Motors ainda não revelou nenhum detalhe sobre a nova S10.


[Colaborativo](28013)Nova S10 é flagrada na Rodovia Bandeirantes -3 (Foto: Rodrigo Moura / VC no G1)Parte da frente da nova S10 (Foto: Rodrigo Moura /
VC no G1)
Estava voltando de Ribeirão Preto para São Paulo, na semana passada, quando cruzei com essa picape, que parece ser a nova S10, na Rodovia dos Bandeirantes. A frente veio reviver a estilosa Silverado.
Nota da redação: A General Motors ainda não revelou nenhum detalhe sobre a nova S10. Por enquanto, a nova geração da picape apareceu nesta quinta-feira (16) no Salão de Buenos Aires como protótipo, em versão chamada Rally. No mercado argentino, o modelo é chamado de Colorado. O novo desenho faz parte de uma nova geração de picapes globais da marca.


Nota-se os faróis com o mesmo desenho da Captiva e a parte frontal parecida com a Silverado. O protótipo apresentado foi equipado com motor 2.8 movido a diesel com turbocompressor.
O veículo fotografado pelo internauta tem identificação de placa de São Caetano do Sul (SP), onde fica a sede da GM. Após internautas contestarem que as fotos seriam da S10, afirmando se tratar da picape Effa Plutus, que ainda não está à venda no Brasil, mas foi apresentada no Salão de SP 2010, o G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da marca chinesa que afirmou que a empresa não tem sede em São Caetano do Sul (SP) e que no país haveria um único exemplar do veículo, na cor cinza.
[Colaborativo](28013)Nova S10 é flagrada na Rodovia Bandeirantes -2 (Foto: Rodrigo Moura / VC no G1)Faróis têm o mesmo desenho da Captiva (Foto: Rodrigo Moura / VC no G1)
Picape foi fotografada na Rodovia dos Bandeirantes (Foto: Rodrigo Moura/VC no G1)Picape foi fotografada na Rodovia dos Bandeirantes (Foto: Rodrigo Moura/VC no G1)

domingo, 12 de junho de 2011

Forza 4 promete agradar até aos fãs hardcore com o uso sutil do Kinect

Quem é fã de games de corrida não costuma gostar de coisas muito fáceis. Pelo contrário: o divertido é jogar de forma mais realista possível, de preferência com volantes que transmitem a sensação de controlar o carro na pista. Por isso, quando a equipe da produtora Turn 10 decidiu utilizar o Kinect em Forza Motorsport 4, a decisão gerou alguma polêmica entre os fãs. 
Forza Motorsport 4  (Foto: Divulgação)Forza Motorsport 4 (Foto: Divulgação)
No entanto, o game teve as funcionalidades com o sensor de movimentos para o Xbox 360 revelado na E3, que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, nesta semana. Sim, haverá o temido recurso de dirigir com as mãos erguidas no vazio, para agradar ao jogador casual. Mas também foram implementadas maneiras muito mais interessantes para o uso do Kinect para o gamer hardcore. 
Forza 4 na conferência da Microsoft na E3 2011 (Foto: TechTudo)Forza 4 na E3 2011 (Foto: TechTudo)
Em Forza 4, o jogador poderá fazer uma espécie de passeio virtual pelo carro, para simplesmente admirar o automóvel. É possível abrir as portas e o capô, podendo visualizar o motor de perto, ou mesmo “sentar” no banco do motorista e ligar o motor. Quem gosta do modo fotografia em títulos assim irá delirar com a novidade. 
Outro recurso bacana é poder utilizar o microfone do acessório para dar “ordens” ao jogo e chegar mais rapidamente aos menus desejados. Por exemplo, se você falar “Forza, Community”, o game pula direto à janela pretendida, sem precisar navegar pelos diversos níveis de menus exigidos (algo mais do que desejado no concorrente Gran Turismo 5, exclusivo para o PlayStation 3). 
Na jogabilidade, a diferença será pouca se você ignorar o método sem controles convencionais. O Kinect consegue rastrear o movimento de sua cabeça, mudando levemente o ângulo de visão no carro – útil em algumas curvas mais fechadas ou pontos cegos em subidas ou declives. Não chega a ser possível olhar pela janela lateral, mas nem é esse o ponto, e sim dar um aspecto mais natural à pilotagem. 
Se você ignora tudo isso e quer mesmo dirigir sem a necessidade de controles, a jogabilidade fica bem semelhante a de games para iPad, com aceleração automática. Mas o melhor de todas essas novidades é que elas são inteiramente opcionais e não farão muita falta se o jogador não gostar e nem quiser nada disso. Exclusivo para o Xbox 360, Forza Motorsport 4 chegará às lojas em outubro deste ano.


domingo, 22 de maio de 2011

Preview World of Warcraft Cataclysm: Firelands

O último patch do World of Warcraft: Cataclysm mal chegou na semana passada e a Blizzard já está disponibilizando informações a respeito do próximo conteúdo. No Patch 4.2 Firelands os jogadores terão a oportunidade de evoluir na história iniciada nesta expansão, mais especificamente do território chamado Mount Hyjal, descobrindo que o temido Ragnaros se uniu ao culto dos Twilight’s Hammer para controlar todos os elementos, trazendo a destruição para o mundo.
Ragnaros na nova Firelands (Foto: Divulgação)Ragnaros na nova Firelands (Foto: Divulgação)
A nova masmorra, Firelands, é ao ar livre, em um cenário com muito fogo e lava. Os jogadores terão acesso aos planos elementais, onde devem enfrentar seis novos chefes, além de lutar novamente contra o terror do World of Warcraft Classic: Ragnaros, ainda mais poderoso do que antes, em uma luta totalmente remodelada, com versões para 10 e 25 jogadores.
Entre as novidades, uma nova ferramenta chamada Dungeon Journal, que é uma espécie de mapa interativo, no qual os jogadores podem ter acesso às informações dos chefes das masmorras, os itens que podem ser obtidos desses chefes, e as habilidades usadas durante as lutas. Tudo muito detalhado e completo, mas sem dar dicas ou estratégias. Essa funcionalidade poderá ser acessada de qualquer lugar dentro do jogo, não sendo preciso estar em uma determinada masmorra para obter as informações desejadas.
Além do conteúdo para grupos, o patch traz duas novas áreas com muitas missões diárias, novos vendedores de itens de nível 365, novas armaduras específicas das classes, uma arma legendária, novas montarias flamejantes e muitos achievements para os jogadores de nível 85 e suas guildas. Uma história épica do World of Warcraft: Cataclysm, com uma trilha sonora emocionante, que estará disponível para download em breve.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Thor: God of Thunder, direto do cinema para o videogame

Nome: Thor: God of Thunder 
Gênero: Aventura
Distribuidora: Sega (distribuído no Brasil pela NC Games)
Plataformas: PSP, PS3, Xbox 360, Wii e DS 
Thor (Foto: Divulgação)Thor (Foto: Divulgação)
Após o lançamento do filme Thor: God of Thunder nos cinema de todo o mundo, os consoles da atual geração recebem o jogo oficial da Sega, que usufrui dos direitos adquiridos para produzir games baseados nos filmes de heróis da Marvel. Confira como ficou o resultado. 
A velha maldição dos jogos baseados em filmes 
Qualquer gamer, até o mais casual deles, sabe que praticamente todos os jogos baseados em filmes são verdadeiras decepções, mas ainda assim, empresas como a Sega investem nessa área. Existe um retorno, claro, para os fãs do herói, simpatizantes do filme e até mesmo crianças, que dificilmente se importam com gráficos, jogabilidade e outros quesitos. Porém com a maioria do público, o fracasso de criticas e vendas é quase certo. 
Falando sobre o game, Thor: God of Thunder possui um enredo com referências, mas não exatamente seguindo a risco o roteiro original do filme. Isso ajuda aqueles que ainda não viram o filme e não querem ser obrigados a ver algumas cenas importantes dentro do jogo, o que faria o filme perder a graça.   
Após criaturas do gelo invadirem Asgard, Thor inicia uma jornada em busca da salvação de seu reino. Pouco se explica durante a trajetória, o suficiente para percebermos que cada vez mais a trama foge do que é apresentado no filme. Mas durante a aventura, podemos perceber alguns elementos da história do personagem nos quadrinhos, para a alegria dos fãs do herói. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Gráficos longe de um Oscar 
Convenhamos que ninguém esperava gráficos extraordinários no jogo. Por tudo que foi apresentado nos trailers que antecederam o lançamento, já poderíamos prever o que estava por vir, ou seja, percebemos cenários sem qualquer capricho, com elementos simples e muito similares, além de bugs de “estouro de polígonos” em diversos momentos. 
Os efeitos dos poderes de Thor também não são nada agradáveis. Seja no momento em que o personagem é congelado ou até na execução de alguns de seus golpes, como raios e outros movimentos especiais. Para completar, não há uma boa variedade de inimigos, ou seja, a sensacao é de que as mesmas criaturas estão sempre no seu caminho. A grande diferença fica por conta de cores e tamanho, fora isso, não é dificil confundir-se com seu inimigos.  
Thor (Foto: r)
Dublagem original 
Para aqueles que gostaram do filme, Thor: God of Thunder pode ser visto com outros olhos. A começar, por contar com a voz original do ator Chris Hemsworth, que interpreta o personagem. Outros elementos também estão agregados ao game, mas sem estragar a surpresa de quem não viu o filme.
Os efeitos sonoros também ajudam o game, sendo bem reproduzidos no áudio 5.1. Se por um lado os gráficos beiram a simplicidade, o áudio conta com uma trilha sonora interessante que reforça o clima de aventura do jogo. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Feito para os menos experientes 
Thor pode não agradar os gamers mais exigentes, mas ao mesmo tempo ele torna-se ideal para quem busca diversão simples ou um game para jogadores mais jovens. A jogabilidade de Thor não exige combinações complexas de comandos, como segurar X, apertar Y, “C” para frente, etc. O jogo utiliza uma mecânica fácil, o que é uma característica dos jogos de aventuras. 
E por mais que o herói tenha uma boa variedade de golpes, não há uma complexidade em variar os movimentos. É necessário apenas escolher o elemental a ser utilizado, para que em seguida seja executado o poder relacionado. 
Thor, como muitos jogos da atual geração, oferece uma espécie de tutorial antes de executar determinada ação, evitando que o jogador menos experiente fique preso em determinado local sem saber como encontrar a solução naquele momento. 
Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)Thor: God of Thunder (Foto: Divulgação)
Outros pontos fracos de Thor 
Como era esperado, Thor: God of Thunder conta apenas com o modo campanha disponível no jogo, sem qualquer outro modo online ou cooperativo multiplayer. Diante disso, a vida útil do jogo fica extremamente limitada, fazendo com que o jogo seja um forte candidato a empoeirar na prateleira da sua casa. 
A inteligência artificial de seus inimigos também beira a simplicidade. Além de parecerem bobos e sem qualquer sincronismo, independente do modo em que esteja jogando o comportamento é sempre o mesmo. A única coisa que difere é o dano que varia do modo mais fácil ao mais difícil. 
Conclusão 
A simplicidade é percebida durante todo o game, seja nos gráficos pouco detalhados ou no enredo bem linear. A jogabilidade é limitada, agradando os jogadores mais casuais, que procuram apenas uma aventura descompromissada, e afastando os gamers acostumados com jogos repletos de combinações de movimentos. Thor: God of Thunder é tudo aquilo que esperávamos: apenas um jogo divertido, feito para os fãs empolgado com o filme do herói e seu martelo do poder.

sábado, 14 de maio de 2011

Killzone 3, o excelente desfecho da trilogia

Nome: Killzone 3
Gênero: Ação
Distribuidora: Sony
Plataformas: PS3  
Killzone 3 (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
Um dos jogos mais esperados de 2011 finalmente chegou ao PS3. Além de fechar uma das trilogias mais famosas da atual geração, o título simboliza um marco em nosso país por ser um dos primeiros jogos totalmente em português (menus e dublagem). Confira: 
Uma seqüência direta 
 Diferente da grande maioria dos jogos em primeira pessoa, Killzone 3 mantém em seu enredo uma seqüência direta dos acontecimentos do primeiro titulo. Para aqueles que terminaram Killzone 2 (cuidado Spoillers para quem não jogou o título!), após a morte de Visari, uma discussão politica toma conta do governo de Helgan sobre quem assumirá o lugar de Visari, o general Orlock ou o presidente da indústria armamentista Jorhan Stahlque. Cada um deles apresentam propostas para continuar a batalha de Helgari contra as forças da ISA (Interplanetary Strategic Alliance).
Embora o enredo mostre-se bem consistente no inicio, durante o jogo ele não convence nem um pouco, graças a diálogos e interpretações dos personagens um pouco forçadas e reviravoltas um tanto desnecessárias na trama.
E para nós brasileiros, a felicidade de receber um game totalmente dublado em português do Brasil e não o português da “terrinha é uma satisfação que dura pouco. Isso porquê as dublagens de Killzone 3 estão longe de ter a qualidade de outros jogos, como Starcraft 2. É possível notar que muitos dubladores forçam demais a interpretação de determinados personagens, o que irrita com o passar do tempo. A sorte é que Killzone 3 possui a opção de escolher dublagem original e legendas em português, o que torna a aventura até mais interessante. Porém, vale ressaltar a iniciativa da Sony e seus esforços em trazer o jogo para nossa língua.
Killzone (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
A mecânica eficiente 
O que realmente importa em um jogo de ação em primeira pessoa é a sua jogabilidade. Ele pode falar a sua língua, se passar em seu país e até mesmo conter o seu personagem favorito, mas se a sua mecânica não funcionar, ele não cairá no gosto popular. Mas essa preocupação passa longe de Killzone 3, que continua mostrando que é um dos grande jogos de ação quando o quesito é a jogabilidade.
A começar pela movimentação dos personagens, que reproduz fielmente uma caminhada em meio a destroços, neve e outros tipos de terrenos em que se passa Killzone 3. O sistema de mira também é um dos mais eficientes da atual geração, com a maioria das suas armas contendo os tradicionais “pontos’ centralizados na mira das armas mais atuais. Ainda sobre armamentos, assim como na versão anterior, Killzone 3 mostra uma variedade de tipos de armas, que vão desde simples pistolas até canhões ant-aéreos.
Outro aspecto interessante de Killzone 3 é a movimentação do enredo a todo momento. O jogador poucas vezes passa por uma situação de tranqüilidade, pois na maioria das vezes, tropas inimigas estão a sua caça ou simplesmente o mundo está desmoronando a sua volta. Essa sensação faz com que a sua adrenalina suba e entre cada vez mais no clima de guerra que o jogo propõe.
Killzone (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
Multiplayer que empolga
Outro grande motivos pelo qual os jogos em primeira pessoa são um grande sucesso é em relação a seu multiplayer, e nisso Killzone 3 também consegue levar com maestria. Além de um empolgante modo cooperativo online ou local, o jogo conta com tradicionais modos do gênero, como o team deatmatch.
Independente da conexão de sua banda larga, o jogo dificilmente apresenta algum lag que interfere diretamente no seu rendimento no jogo, como por exemplo, travamentos ou adversários que somem e aparecem de uma hora pra outra.
Vale ressaltar também que o jogo preza pelo equilíbrio tanto pelas fases, com pouquíssimos pontos de “campers” (jogadores que ficam escondidos esperando um adversário cruzar o seu caminho) ou pelas habilidades e armamentos a disposição dos jogadores.
Killzone 3 (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
Imagens de tirar o fôlego 
Se o jogo demorou tanto para ficar pronto, boa parte do trabalho deve-se aos elementos gráficos de Killzone 3. E a espera valeu a pena, pois é difícil não se impressionar com o realismo visual que o game proporciona.
No titulo anterior, embora os cenários não deixassem a desejar, ficava uma certa sensação de repetição no ar, pois muitas localidades, principalmente no interior das bases inimigas, eram um tanto familiares umas com as outras. Já em Killzone 3 isso muda consideravelmente, basta reparar nas mudanças de capitulo, que em determinados momentos mudam, levando os personagens a uma praça de guerra, bases no meio de montanhas geladas, caminhadas no deserto e até mesmo tiroteio em naves espaciais.
Chama a atenção também os acontecimentos do cenário, pois boa parte da ação de Killzone 3 ocorre em meio a intensos tiroteios, explosões em grandes estruturas e outras situações de grande processamentos de imagens, mas que não geram nenhum lag e tão pouco interferem na velocidade em que roda o jogo.
As animações também são dignas de um filme feito em CG, porém para os jogadores mais ansiosos pela parte gameplay do jogo, isso pode ser até um problema devido ao excesso de animações, algumas até descenessárias se levarmos em consideração que acabam prejudicando o enredo.
Killzone 3 (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
Utilizando o joystick Assault Rifler da PlayControl
O TechTudo testou Killzone 3 com o controle Assault Rifler da empresa PlayControl. A princípio a dificuldade fica por conta da movimentação do jogador e do sincronismo entre movimentar-se com o direcional e apontar com o PS Move embutido no joystick.

Killzone 3 oferece um interessante mecanismo que amplia a área de mira, tornado-a automática em um certo espaço, em outras palavras, basta mirar em na marcação em volta de seu inimigo para que o mesmo seja acertado.
A princípio a brincadeira torna-se divertida, mas depois de alguns minutos de uso pode causar um certo incomodo devido a postura necessária para segurar e movimentar o Assault Rifler Controller.
Killzone 3 com a Assault Rifler Controller (Foto: Allan Melo / TechTudo)Killzone 3 com a Assault Rifler Controller (Foto: Allan Melo / TechTudo)
Conclusão
Killzone 3 prometeu e cumpriu. O jogo trouxe gráficos incríveis, dignos da atual geração e uma jogabildiade impecável, tornando o game um titulo obrigatório para os fãs do gênero. A dublagem em português é um presente para o publico nacional, porém poderia ser melhor trabalhada, deixando a desejar em algumas fala um tanto forçadas. Sem duvidas um titulo para brigar entre os melhores de 2011.